12.03.2018 às 18h

Prefeito assina, em Brasília, adesão ao Internet para Todos

38 bairros do município foram indicados para a instalação das antenas

Na tarde desta segunda-feira, dia 12 de março, o prefeito Saulo Pedroso de Souza assinou, em Brasília, o termo de adesão ao Programa Internet para Todos, do Governo Federal. A parceria entre a Prefeitura da Estância de Atibaia e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) facilitará o acesso à internet em 38 localidades da cidade. De acordo com o Ministério, os municípios beneficiados nesta primeira fase do Programa começarão a receber as antenas a partir de maio.

No termo de adesão, as áreas indicadas pela Prefeitura de Atibaia foram: Água Espraiada; Arrozal; Bairro dos Pintos; Bairro dos Pires; Boa Vista; Boa Vista dos Gomes; Cachoeira; Caioçara; Campininha; Campo dos Aleixos;  Canedos; Guaxinduva; Iara; Itapetinga; Jardim Brogotá; Jardim Estância Brasil; Jundiazinho; Lagoa; Laranja Azeda; Laranjal; Mato Dentro;  Mato Dentro da Cachoeira; Mato Dentro Lajeado; Ponte Alta; Portal dos Nobres; Rio Abaixo Rio Acima; Rosário; São Felipe; São Roque; Sítio Doratioto; Sítio dos Rosas; Tanque; Três Pistas; Usina; Vale dos Pinheiros; Vila das Palmeiras e Vitória Régia.

De acordo com o prefeito Saulo Pedroso, o objetivo do programa é oferecer acesso à internet em áreas sem conectividade, permitindo assim que a população do município, principalmente de áreas mais distantes, seja inserida no mundo da tecnologia da informação e comunicação.

No termo de adesão estão estabelecidos a infraestrutura básica e as condições para a participação dos municípios no Programa. As prefeituras indicam as localidades passíveis de atendimento, que receberão antenas para a distribuição do sinal de internet. Além de garantir a segurança da área, a Prefeitura também arcará com as despesas de energia elétrica que esses equipamentos consumirem. O Internet para Todos não oferecerá conexão gratuita para os moradores dessas localidades, mas ofertará o serviço a preços acessíveis.

De acordo com o Ministério, a conexão do Programa será feita por meio do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), de propriedade do governo brasileiro e que recebeu R$ 3 bilhões em investimentos. Em órbita desde maio de 2017, o satélite tem vida útil de 18 anos, sendo que três destes foram graças às pesquisas dos cientistas brasileiros, que permitiram estender o prazo de operação do SGCD.